Clima Quente e Úmido Acelera a Proliferação De Insetos

Clima Quente e Úmido Acelera a Proliferação De Insetos

Clima quente e úmido acelera a proliferação de insetos

Clima quente e úmido do verão acelera o ciclo de vida dos insetos, aumentando suas taxas reprodutivas, resultando em explosão populacional. Já não bastam as altas temperaturas, mas a infestação de mosquitos tem atrapalhado o sono dos paulistanos. Essa “praga” se reproduz numa velocidade incrível.E gera muitos danos em vários setores.

Percevejos e as lagartas. Já nas cidades aparecem os cupins, as traças, baratas, pulgas, formigas, moscas e os mosquitos (pernilongos).Ambientes que possuem água parada, jornais e revistas acumulados, caixa de papelão sem uso, frestas e cantos escuros e úmidos oferecem abrigo para os insetos adultos e colabora para.

“Manter os quintais e terrenos limpos, sem acúmulo de materiais, restos de construção e principalmente água parada. Acondicionar corretamente o lixo para que não seja rasgado antes de ser recolhido pela Prefeitura. Realizar dedetizações periódicas e manter a residência livre de restos de alimentos e higienizada evita a proliferação.

“Os insetos podem trazer riscos à saúde pois transmitem doenças, dentre elas uma das mais preocupantes é a dengue, transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, responsável também pela transmissão da febre amarela. Baratas podem transmitir doenças graves tal como a hanseníase (lepra), hepatite e tifo. As moscas, mosquitos.

Também são transmissores de várias outras doenças: amebíase, cólera, difteria, disenteria, giardíase, malária, poliomelite, salmonelose, tuberculose e até a peste bubônica (pulgas)”, adverte a professora Marcia Augusta da Silva. Para evitar a proliferação, as especialistas orientaram manter a casa e quintal sempre bem higienizados .

Evitando o acúmulo de objetos, caixas e materiais que fornecem abrigo e alimento para os insetos. É recomendado fechar frestas e ralos, evitando assim a entrada de insetos por estes locais. As lagartixas são aliadas nessa luta, pois se alimentam de baratas e traças. Manter a cozinha e banheiros higienizados com produtos à base de cloro.

Não deixar acumular lixo e manter as tampas sempre bem fechadas é outra medida preventiva contra os insetos.  Evitar o acúmulo de água de chuva é imprescindível. Para isso, a recomendação é ficar de olho nas calhas dos telhados, pois elas normalmente acumulam folhas e mantém um ambiente ideal para proliferação de insetos.


Clima quente e úmido acelera a proliferação de insetos

O clima quente e úmido do verão acelera o ciclo de vida dos insetos, aumentando suas taxas reprodutivas, resultando em explosão populacional. Já não basta as altas temperaturas, mas a infestação de mosquitos tem atrapalhado o sono dos paulistanos. Essa “praga” se reproduz numa velocidade incrível e gera muitos danos em vários setores.

Na agricultura, por exemplo, os principais insetos-praga são os pulgões, percevejos e as lagartas. Já nas cidades aparecem os cupins, as traças, baratas, pulgas, formigas, moscas e os mosquitos (pernilongos). Ambientes que possuem água parada, jornais e revistas acumulados, caixa de papelão sem uso, frestas e cantos escuros e úmidos.

Oferecem abrigo para os insetos adultos e colabora para sua reprodução. “Manter os quintais e terrenos limpos, sem acúmulo de materiais, restos de construção e principalmente água parada. Acondicionar corretamente o lixo para que não seja rasgado antes de ser recolhido pela Prefeitura. Realizar dedetizações periódicas e manter a residência livre.

De restos de alimentos e higienizada evita a proliferação de pragas urbanas”, aconselha a especialista Luciana Pinto Sartori. Os insetos podem trazer riscos à saúde pois transmitem doenças, dentre elas uma das mais preocupantes é a dengue, transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, responsável também pela transmissão da febre amarela.

Baratas podem transmitir doenças graves tal como a hanseníase (lepra), hepatite e tifo. As moscas, mosquitos, formigas e pulgas também são transmissores de várias outras doenças: amebíase, cólera, difteria, disenteria, giardíase, malária, poliomelite, salmonelose, tuberculose e até a peste bubônica (pulgas)”.

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